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Transtorno bipolar e depressão resistente

Quando o tratamento nunca funcionou como deveria

Muitos pacientes chegam ao consultório depois de anos trocando de medicação. Melhoram por algumas semanas, perdem a resposta, trocam de novo e voltam ao ponto de partida. Depressão bipolar não é o mesmo que depressão comum, e não responde ao mesmo tratamento.

Dr. Carlos Henrique Rodrigues dos Santos Médico psiquiatra. CRM-SP 99.446. RQE 29557.
No GRUDA, Instituto de Psiquiatria do HC-FMUSP, desde 2002.

Retrato do Dr. Carlos Henrique Rodrigues dos Santos, médico psiquiatra

Antes de trocar de remédio outra vez

Sinais que costumam passar despercebidos

Boa parte dos casos de transtorno bipolar passa anos sendo tratada como depressão comum ou como ansiedade. Alguns detalhes da história mudam a conduta inteira.

“Melhorei em dois dias.”

Depressão comum leva de três a quatro semanas para responder ao antidepressivo. Melhora em um ou dois dias é sinal de alerta.

“Funciona por um tempo e para.”

Responder bem, perder o efeito, trocar de remédio e repetir o ciclo não é o padrão de uma depressão unipolar.

“Sempre fui ligado no 220.”

Dormir quatro horas sem cansar, trabalhar catorze e precisar de algo para desligar à noite. Hipomania quase nunca vira queixa.

“Começou depois do parto.”

Depressão pós-parto e depressão com sintomas psicóticos têm alta chance de serem quadros bipolares.

Esta página tem caráter informativo e não faz diagnóstico. Reconhecer-se em um desses sinais não significa ter transtorno bipolar. Só uma avaliação médica responde isso.

Condições atendidas

Onde está o foco do consultório

Transtorno bipolar

Tipo 1, tipo 2, estados mistos e ciclagem rápida. Diagnóstico, ajuste de tratamento e acompanhamento de longo prazo.

Depressão resistente

Quadros que não responderam a tratamentos anteriores ou que perdem a resposta ao longo do tempo.

Ansiedade, fobias e TOC

Transtornos ansiosos, fóbicos e obsessivo-compulsivos, isolados ou associados a um transtorno do humor.

Psiquiatria e HIV

Quadros psiquiátricos em pessoas vivendo com HIV, com oito anos de atuação no Instituto de Infectologia Emílio Ribas.

Transtorno de personalidade, dependência química, jogo patológico e transtornos alimentares são atendidos quando associados ao transtorno bipolar. Idade mínima de 13 anos.

Como funciona

A consulta começa pela história, não pela receita

  1. Primeira consulta Levantamento da história e dos episódios ao longo da vida, não só do sintoma que trouxe você até aqui.
  2. Revisão de tudo que já foi usado O que teve alguma resposta, o que atrapalhou a evolução e o que seu corpo tolerou melhor.
  3. Tratamento individualizado As diretrizes internacionais são a base. O ajuste é caso a caso, porque dois pacientes com o mesmo diagnóstico não têm os mesmos sintomas.
  4. Acompanhamento Sono, rotina, substâncias e psicoterapia entram no plano. O transtorno bipolar é uma doença de ritmo.

O atendimento é a partir de 13 anos.

Sobre

Dr. Carlos Henrique Rodrigues dos Santos

Formado em medicina pela PUC do Paraná, fez residência em psiquiatria no Complexo Hospitalar do Juquery e está no Grupo de Estudos de Doenças Afetivas do Instituto de Psiquiatria do HC-FMUSP desde 2002, onde hoje é vice-coordenador da pós-graduação em transtornos do humor.

Atendeu por oito anos no Instituto de Infectologia Emílio Ribas, cuidando de pacientes com doenças infectocontagiosas e quadros psiquiátricos associados. Boa parte de quem chega ao consultório já passou por vários psiquiatras e já usou muitos medicamentos.

O paciente aprendeu a viver com a doença, porque senão sucumbiria. Estabilizado, ele precisa aprender a viver sem ela.
Dr. Carlos Henrique Rodrigues dos Santos em seu consultório

Trajetória

  • Medicina, Pontifícia Universidade Católica do Paraná
  • Residência em psiquiatria, Complexo Hospitalar do Juquery
  • Título de especialista em psiquiatria, Associação Brasileira de Psiquiatria e Associação Médica Brasileira
  • Pesquisador e professor assistente da residência, GRUDA, IPq HC-FMUSP
  • Psiquiatra assistente, Instituto de Infectologia Emílio Ribas
  • Coordenador do aprimoramento e depois da pós-graduação em transtornos do humor, GRUDA
  • Vice-coordenador da pós-graduação em transtornos do humor, GRUDA, IPq HC-FMUSP

Avaliações públicas

O que os pacientes escreveram

  • 5 de 5 estrelas

    O Dr Carlos foi o Psiquiatra que mais chegou perto de um tratamento eficaz para a minha doença, ainda existe muito a ser feito, mas continuarei o tratamento com o Dr Carlos […] no meu caso eu confio na formação e profissionalismo dele
    Yanne
    Teleconsulta, dezembro de 2023
  • 5 de 5 estrelas

    Doutor muito objetivo, afetivo, pensa muito no paciente, me tratou de igual para igual. Competente, atencioso, agradável.
    Renata M.
    Teleconsulta, agosto de 2022
  • 5 de 5 estrelas

    Um médico competente, mas que sabe conduzir a consulta de forma leve e bem humorada.
    Guilherme G.
    Junho de 2021
  • 5 de 5 estrelas

    Dr. Carlos Henrique é um médico experiente e dedicado no que se propôs a fazer, assertivo no processo do tratamento
    Rodrigo
    Abril de 2021
  • 5 de 5 estrelas

    Dedicado aos seus pacientes e sempre disposto a atendermos quando for precisa. Não nos deixa sem um respaldo.
    Cristiane B.
    Teleconsulta, abril de 2021
  • 5 de 5 estrelas

    Fico feliz de ter tido a oportunidade de ter me consultado com o Dr Carlos.
    Ana Flávia
    Primeira consulta, abril de 2021

5,0 de média em 25 avaliações. Textos publicados pelos próprios pacientes no perfil do Doctoralia, reproduzidos sem correção.

Dúvidas frequentes

Antes de entrar em contato

As perguntas que mais chegam pelo WhatsApp. Quem responde as mensagens é o próprio Dr. Carlos.

A partir de que idade ele atende?

A partir de 13 anos. Abaixo dessa idade o atendimento é com psiquiatria da infância, e o encaminhamento pode ser orientado no contato.

Quais quadros são atendidos?

Depressão, transtorno bipolar, transtornos ansiosos, fóbicos e obsessivo-compulsivos. Transtorno de personalidade, dependência química, jogo patológico e transtornos alimentares são atendidos quando aparecem associados ao transtorno bipolar.

Esquizofrenia e quadros com características psicóticas não fazem parte do atendimento do consultório.

Atende por convênio?

Não. O atendimento é particular. É possível pedir reembolso ao seu plano, e a nota fiscal e o relatório necessários são fornecidos.

Quanto custa a consulta?

Primeira consulta: R$ 1.800. Retorno: R$ 1.300.

O atendimento é particular, sem convênio. A nota fiscal e o relatório para pedido de reembolso ao seu plano são fornecidos.

O atendimento pode ser online?

O atendimento presencial é em Pinheiros, São Paulo, de segunda a sexta, e em Ponta Grossa, no Paraná, aos sábados. Há opção online combinada caso a caso. A avaliação psiquiátrica é feita por entrevista, então funciona por vídeo na maior parte das situações.

Preciso levar alguma coisa na primeira consulta?

Leve receitas antigas, relatórios de outros médicos e exames, mesmo os antigos. Saber o que já foi usado, em que dose e por quanto tempo é a parte mais importante da avaliação.

Posso marcar a consulta para outra pessoa?

Pode. É comum que o primeiro contato venha de um familiar. O agendamento e as dúvidas iniciais podem ser tratados por quem está ajudando, e a consulta é com o paciente.

Ele faz neuromodulação, como estimulação magnética ou eletroconvulsoterapia?

Esses procedimentos não são realizados no consultório. Quando há indicação, o encaminhamento é feito para um serviço que os realize.

Agendamento

Marcar uma consulta

O contato inicial é por WhatsApp ou telefone. Se você já tem relatórios, receitas antigas ou exames, leve tudo na primeira consulta. O histórico de medicações é a parte mais importante da avaliação.

São Paulo

Pinheiros

Rua João Moura, 647
Conjunto 143, Centro Clínico Pinheiros
CEP 05412-001

Segunda a sexta, 9h às 21h

Ponta Grossa

Centro

Manhattan Clinical
Rua Padre Ildefonso, 475
Ponta Grossa, PR

Aos sábados

Falar no WhatsApp com o consultório